Viajando pelos vinhos de Portugal: Quinta do Ameal

Com mais de 300 anos de tradição, a Quinta do Ameal é uma das mais famosas produtoras de vinhos brancos do mundo

Criada em 1710, no Vale do Lima, norte de Portugal, a Quinta do Ameal é uma pequena e antiga propriedade que se destaca pela exclusiva produção ecológica de vinhos brancos, feitos a partir de uma única casta de uva portuguesa: o Loureiro.

Além da beleza local, a excelência dos vinhos é resultado de uma filosofia de produção orgânica de uvas. Por isso, a Quinta é conhecida por seus rótulos de terroir de grande personalidade e carácter.

Junto à produção artesanal, a vinícola carrega um importante histórico familiar. Quando começaram a produzir, a casta Loureiro estava esquecida na produção de vinhos de nicho. Então, a família optou pela uva para tornar realidade o sonho de fazer vinhos brancos.

Para garantir a qualidade dos vinhos da Quinta do Ameal, cada fase de produção é cuidadosamente respeitada. Nas vinhas, o rigor está presente desde a poda dos cachos até a seleção restrita de uvas, tudo para que o resultado final sejam vinhos atrativos e complexos.

A produção orgânica das uvas assegura, além da qualidade única de seus vinhos, a responsabilidade da promoção da biodiversidade, do respeito com o solo e o local de onde brota a bebida.

Através dessa atitude ecológica, o equilíbrio entre produção e natureza permite o crescimento controlado de ervas específicas que ajudam as vinhas, com solos minerais ricos.

Com seus 30 hectares, a Quinta do Ameal permite um passeio incrível ao visitante. São 12 hectares de vinhas plantadas, com espaços de floresta com pinheiros e carvalhos com mais de 200 anos, além de jardins e rios que completam esse cenário deslumbrante.

Assim, os produtos do Ameal são exportados para mais de 15 países e hoje encontra-se nas cartas dos melhores e mais exigentes restaurante do mundo.

No Restaurante Vila Chã você encontra o Quinta do Ameal Loureiro Clássico, feito com 90% Loureiro e 10% Arinto, oferece frescor e intensidade, mostrando frutas cítricas em produção, boa textura e final profundo e untuoso com toques salinos, florais e de mel.

Venha harmonizar com um tradicional prato português!

Sabor da terrinha: receitas que completam as festas de fim de ano

Do bacalhau às sobremesas, as receitas portuguesas contribuem para que tradicionais festas tornem-se ainda mais especiais

 

O consumo de bacalhau chegou ao Brasil junto com os portugueses, com a vinda da Corte no século XIX, reforçando o hábito de se alimentar do típico peixe. Por aqui, a iguaria também caiu no gosto dos brasileiros, mas o prato é ainda mais desejado durante a Páscoa e nas festas de fim de ano.

Mas como essa tradição começou?
Ao longo do tempo, o bacalhau tornou-se um verdadeiro símbolo da identidade portuguesa. Assim como aconteceu em outras regiões da Europa, o consumo do peixe estava amplamente associado aos costumes religiosos.

No cristianismo, por exemplo, eram comuns os jejuns e as abstinências de carne vermelha em diversos períodos do ano, favorecendo a escolha do peixe como alimento principal para as refeições. O alimento marcava, entre outros locais, a alimentação de padres e monges, como no Convento do Bom Jesus de Viseu, do Oratório e Alto Douro.

O bacalhau tornou-se uma excelente mercadoria que abastecia e movimentava o comércio e, por isso, era fonte básica de alimento dos povos dessa região. Com o passar dos anos e a aderência do peixe na alimentação de outras classes da população, o típico prato começou a ser preparado com batatas e legumes, principalmente para as ceias de Natal no Norte, as tradicionais consoadas, graças a abstinência da carne vermelha na véspera natalina.

Mas, além do bacalhau, outras iguarias tornaram-se pratos indispensáveis na ceia portuguesa, como a rabanada. Diversas histórias compõem a origem do doce, mas, com certeza, a terrinha deixou a receita ainda mais especial.

Também chamada de “fatia de parida”, acreditavam que o doce ajudava a produção de leite materno. Conta-se que certa vez, uma mãe precisava alimentar seu bebê recém-nascido e não tinha nada para comer. Pediu então ajuda aos seus vizinhos, que deram à mulher apenas pão amanhecido, leite e ovo. Com os ingredientes, ela preparou uma sopa que a fez farta de leite para alimentar seu filho.

Assim, entre histórias e variações da receita, a rabanada é feita essencialmente com pães amanhecidos, que seriam reaproveitados pelos cristãos a partir da crença do pão como alimento sagrado, representando o corpo de Cristo.

Na sobremesa, os pães fatiados são banhados em leite e ovos batidos, fritos na manteiga e finalizados com açúcar e canela. Contudo, em Portugal, a receita ganha o sabor exclusivo da mais conhecida bebida milenar, o Vinho do Porto, que pode acompanhar a sobremesa compondo uma deliciosa calda.

A rica gastronomia lusitana agrega às festas de fim de ano sabores ainda mais especiais. E claro que eu não poderia deixar de contribuir para que suas celebrações sejam repletas de sabores da terrinha e alegrias em família.

Para isso, este ano mais uma vez você pode encomendar sua ceia com o típico sabor Vila Chã. As encomendas podem ser feitas até dia 24/12, para o Natal, e 31/12, para o Réveillon. É necessário fazer o pedido até às 15h dos respectivos dias e entregamos até às 18h dessas datas.

Os pratos são do cardápio tradicional do Vila Chã mas, caso necessite, poderemos fazer pratos natalinos. Porém, nessa circunstância, é necessário prévia reserva de um dia.

Saiba mais e reserve:
Av. Engenheiro Diogo de Carvalho, 9 – Capivari, Campos do Jordão/SP.
Tel.: (12) 3663-4702

 

 

Roteiro em Portugal: Centro Histórico de Porto

Portugal oferece uma verdadeira imersão cultural, o centro histórico de Porto é um desses lugares indispensáveis em sua viagem à terrinha

Desde 1996, o centro histórico de Porto é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. Com origem medieval, o local abriga inúmeras atrações históricas e faz parte da área rodeada pela Muralha Fernandina, que protegia a cidade, no século XIV.

Além da vista para o Rio Douro, o centro histórico permite conhecer locais tradicionais que proporcionam passeios únicos na terrinha, com arquitetura e monumentos incríveis.

Estação de São Bento: o local é recoberto por azulejos pintados a mão que expõem a história dos transportes, as estações do ano, fatos históricos e geografia de Portugal, além de ser a principal estação de comboio, o espaço recebe feiras do livro, concerto e até jantares.

Palácio da Bolsa: este monumento nacional foi construído onde antes ficava o Convento de São Francisco. Após o mosteiro ser destruído por um incêndio, a classe mercantil do Porto arquitetou o prédio da bolsa de valores. O Palácio teve sua construção concluída no início do século XX e, hoje, abriga um restaurante requintado tornando o passeio deslumbrante, com sua decoração, salas e escadarias impecáveis.

Bairro da Sé: o bairro que deu origem ao Porto, é repleto de monumentos e detalhes que encantam os visitantes. A Catedral da Sé é a principal igreja do Porto e impressiona com sua arquitetura românica do século XII. Já a Rua Pena Ventosa exibe casas medievais, com charme e muita história. O passeio na Sé permite viver um pouco da tradição da terrinha, com o toque atual de urbanidade.

Torre dos Clérigos: com 76m de altura, a torre é o monumento mais alto da cidade. Lá do alto é possível observar as igrejas, as ruas e as pessoas caminhando. Construída no século XVIII, a torre foi desenhada por Nicola Nasoni e com seus 240 degraus proporciona uma vista única de Porto, em 360º.

Praça da Ribeira: à margem do Rio Douro, a praça sempre teve muito movimento graças a proximidade com o porto da cidade. Também com características medievais, a praça hoje é um local bastante apreciado pelos turistas que visitam o centro histórico de Porto.

Além do centro histórico de Porto, a terrinha está recheada de lugares incríveis. Depois dessa imersão em terras portuguesas, você pode conhecer um pouco mais da cultura lusa no Restaurante Vila Chã, aproveite para apreciar a tradicional gastronomia harmonizando com nossos vinhos exclusivos. Te espero!

Wine Day: degustação de vinhos no restaurante vila chã

No dia 2 de novembro, o Restaurante irá realizar o Wine Day, com a participação dos representantes da importação exclusiva do Vila Chã

Por volta dos anos 1793, deram à palavra “provador” um novo sentido, era aquele que tinha como ofício provar vinhos. Mais tarde, estudiosos franceses atribuíram à arte da experimentação de vinhos a palavra “degustar” que, ao longo dos anos, conquistou espaço e resultou em um campo amplo que passou a abranger qualidades sensoriais, apreciação e avaliação.

A crítica da bebida milenar ganhou ainda mais importância com o surgimento dos rótulos do Novo Mundo, valorizando as características intrínsecas do vinho, como sabor e aroma, e tornando a arte ainda mais notável.

Assim, além da contemplação essencial do vinho, a crítica tornou-se um saber que também agrega às suas propriedades a origem, a tradição e a história da bebida.

Hoje, são inúmeras as maneiras de avaliar tecnicamente um vinho e, por isso, faço aqui um convite muito especial a você que também aprecia bons rótulos e tudo que envolve essa tradicional bebida.

Nossa casa portuguesa irá proporcionar uma experiência única. No dia 2 de novembro, a partir das 19h, o Restaurante Vila Chã será palco do Wine Day: um evento para a degustações dos nossos rótulos exclusivos, com os responsáveis pelas importadoras das marcas.

  

 

Para participar conosco, você pode adquirir seu lugar pelo e-mail empório@vilacha.com.br ou no próprio Restaurante. O valor do ingresso é R$60,00 e conta com degustação, águas e acepipes. Além disso, metade desse valor será revertido em compra de vinhos no local.

Espero por vocês!

Restaurante Vila Chã
Av. Engenheiro Diogo de Carvalho, 99 – Capivari, Campos do Jordão/SP.
(12) 3663-4702

 

 

 

Viajando pelos vinhos de Portugal: Herdade do Esporão

O Esporão é uma tradicional herdade portuguesa, que incentiva cada vez mais os familiares a entrarem no negócio

Localizada na região de maior superfície geográfica em Portugal, o Alentejo, a Herdade do Esporão foi fundada em 1973 por José Roquette e Joaquim Bandeira. Como uma empresa familiar, o Esporão até hoje busca valorizar a tradição portuguesa, produzindo vinhos de excelente qualidade, tendo em vista a preservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável.

Parte dos roteiros mais conhecidos do enoturismo em Portugal, a Herdade oferece visita guiada e permite conhecer o processo de produção, as vinhas e de participar de uma degustação. Além disso, o local conta com restaurante, wine bar e pontos turísticos, como a Torre do Esporão e a Ermida de Nossa Senhora dos Remédios.

A região em que está localizada, apresenta variedade significativa de pomares e hortas, além de obter condições favoráveis para a agricultura, tais como grandes amplitudes térmicas.

Hoje, a Herdade possui mais de 60 hectares de vinhedos e mais de 80 hectares de olival. Enquanto isso, para a produção impecável dos reconhecidos rótulos do Esporão, a empresa também incorpora uvas da Herdade dos Perdigões e de outros parceiros, que reflete em 15% do volume total.

Dentre as produções mais reconhecidas estão os vinhos Assobio e Monte Velho, os quais vem conquistando bons apreciadores da bebida portuguesa.

No Restaurante Vila Chã, nossa carta de vinhos conta com exclusivos rótulos do Esporão, como Duas Castas e Verdelho Branco, ambos com sabor fresco e persistente.

Venha a nossa casa portuguesa e harmonize os vinhos do Esporão com nossos tradicionais pratos lusitanos. Espero por você para vivenciar essa experiência única!

Fado, o ritmo que cativou Portugal

Conhecido com um dos gêneros musicais mais característicos da terrinha, o Fado possui um papel importante na sociedade portuguesa

A história do Fado teve início nas décadas de 30 e 40, marcando presença em cinemas, teatros e rádios, além de se manifestar em momentos de lazer dos portugueses, dentro ou fora de casa, em ruas e vielas.

Provido de uma riqueza melódica, o Fado possui uma expressão artística e literária. Em sua essência, o estilo sempre carregou temas do cotidiano, com assuntos de emergência urbana e contextos populares da Lisboa oitocentista.

Aos poucos, os fadistas foram conquistando o mundo ao falarem de amor, ciúme, da noite e misérias da vida. O drama colocado nas letras de grandes poetas reflete até mesmo nas vestimentas dos músicos, que se apresentam sempre com roupas pretas.

Com o decorrer do tempo, surgiram também as famosas Casas de Fado, local onde era cantado o típico fado português, com forte interação entre músicos e compositores.

Além da voz do cantor, o som de um bom fado sempre vem acompanhado de um violino ou uma orquestra, porém é indispensável a presença da guitarra portuguesa.

O gênero musical sempre esteve muito presente em festas populares e beneficentes, tendo como época de ouro os anos entre 1946 e 1960, quando os fadistas já não se apresentavam mais em vielas, e sim em grandes palcos e também ouvidos em discos.

Da década de 90 até os dias de hoje, uma nova geração de intérpretes tem atraído turistas do mundo todo a Portugal, tornando esse estilo tão singular, em uma canção nacional.

São histórias singulares como essa, que sempre me encantam. De lá, trouxemos mais do que a gastronomia lusa, fazendo da nossa casa portuguesa um ambiente que te permite vivenciar um pouco da cultura lusitana.

Te espero no Restaurante Vila Chã!

 

 

Truta: o típico peixe da Mantiqueira

As trutas encontraram na Mantiqueira o habitat ideal para sobrevivência e procriação

 No Brasil, a truta foi introduzida ao final da década de 40, em especial, nas regiões Sul e Sudeste. Sua presença é mais frequente em rios de planaltos, devido à necessidade de águas bem oxigenadas e frias para sua sobrevivência.  Por isso a espécie é bastante encontrada na Serra da Mantiqueira, lugar que apresenta condições climáticas favoráveis.

O peixe tem como principal característica uma carne muito saborosa e com um alto valor nutritivo. Sua estrutura é composta de presas bem agudas e um corpo alongado, podendo pesar mais de dois quilos e atingir até 60 centímetros. A cor de sua pele varia de acordo com a idade e o lugar onde vive, geralmente apresenta tons de castanho escuro, cinza esverdeado e amarelo. 

E, para você que gosta de cozinhar pratos típicos e deliciosos, separei algumas dicas de como usar a truta em sua receita!

A truta tem uma carne delicada e é cozida rapidamente, além disso o processo pode ser feito de diversas maneiras, desde micro-ondas até uma fogueira.

Sua pele possui um óleo natural que ajuda manter a umidade da carne, mas caso ela seja grelhada ou assada, o mais indicado é incluir algum molho ou até mesmo a manteiga. É necessário que o peixe seja bem limpo, eliminando o muco que recobre o couro com limão e água corrente.

No Restaurante Vila Chã, eu preparo uma truta muito saborosa, por isso deixo meu convite para que você venha provar essa prato em nossa tradicional casa portuguesa, em Campos do Jordão.

Mas, se você ficou curioso para saber mais sobre o típico peixe da Mantiqueira, confira a matéria que levou nossa receita de Truta com Crosta de Aveia.

Alheiras de Mirandela: a história por trás do embutido português

O prato é considerado uma das 7 Maravilhas Gastronômicas de Portugal

Na culinária lusitana, a alheira tem um lugar especial. Entre as variedades, a mais famosa é a Alheira de Mirandela, que tem sua história datada no fim do século XV.

A alheira é um enchido tradicional e conta, normalmente, com carne e gordura de porco, aves, pães de trigo, azeite e condimentos. Mas, naquela época, ficou conhecida justamente pela presença da carne de porco na receita.

O fato é que, naquele século em Trás-os-Montes, os judeus estavam sendo perseguidos pela Inquisição. Como a carne de porco é proibida para a religião judia, eles começaram a produzir alheiras com outros tipo de carne e pães.

Dessa maneira, se alimentavam sem chamar a atenção e passavam despercebidos pelos perseguidores, que não podiam diferenciar o tipo de alheira consumida por eles.

Mais tarde, as alheiras feitas pelos judeus caíram no gosto dos cristãos e a receita foi sendo difundida pela terrinha. Outras versões da história contam que a iguaria teria surgido como forma de conservar a carne dos animais que os criadores abatiam para consumo próprio.

Seja no tempero ou na escolha da carne, sem dúvida as alheiras ganharam ainda mais em qualidade ao longo do tempo e afirmaram mais uma tradição da culinária portuguesa. Hoje, é certo que se encontre Alheiras de Mirandela nas mesas lusitanas, assim como no Restaurante Vila Chã.

Em meu preparo, o típico embutido é frito em azeite de oliva, guarnecido de alhos laminadas, folhagens verdes e azeitonas pretas portuguesas. Além de saborear o delicioso prato, em nossa casa portuguesa você pode harmonizá-lo com vinhos de médio corpo, perfeitos para uma experiência gastronômica única.

Deixo aqui meu convite para você visitar o Restaurante Vila Chã e conhecer um pouco mais dos sabores da terrinha.

Histórias de Portugal: conheça a lenda do Galo de Barcelos

Hoje, o Galo de Barcelos representa um símbolo nacional e tornou-se um típico souvenir da terrinha. Mas você sabe de onde ele surgiu?

A cultura lusitana é repleta de histórias, símbolos e significados que perpassam as lembranças de família, a gastronomia, a arquitetura, o estilo de vida e a forte presença dos costumes do país mundo afora. Entre os ícones da identidade portuguesa, está o Galo de Barcelos, que hoje representa muito mais do que uma peça artesanal ou um monumento histórico, mas carrega a imagem lendária da terrinha.

O que muita gente não sabe é como essa história começou. A lenda conta que o povo da pequena cidade de Barcelos estava preocupado com um crime que havia ocorrido na região e, ainda mais alarmados, porque ninguém sabia quem era o feitor.

Certo dia, as autoridades prenderam um rapaz suspeito que passava por ali. No entanto, ele jurava ser inocente, afirmando que estava apenas de passagem em peregrinação a Santiago de Compostela, cumprindo uma promessa. Contudo, o homem foi condenado à forca, mas como um último pedido, suplicou que o levassem até o juiz que havia dado a sentença.

Seu pedido foi acatado e, então, levaram o rapaz à casa do juiz, que no momento estava com um banquete à mesa. O homem novamente disse que era inocente, mas sem sucesso em convencê-los, exclamou uma frase apontando para um galo assado sobre a mesa: “É tão certo eu ser inocente, como é certo esse galo cantar quando me enforcarem”.

O juiz não deu ouvidos ao rapaz e quando ele já estava sendo enforcado, o galo assado ergueu-se da mesa e cantou. Vendo que estava cometendo um grande erro, o juiz correu ao local da forca e percebeu que o rapaz havia sido salvo graças a um nó no laço. Assim, o peregrino foi solto e, a partir daí, surgiu a lenda do Galo de Barcelos, que cantou para salvar um homem inocente.

A lenda ainda conta que, mais tarde, o homem voltou a cidade de Barcelos e esculpiu um cruzeiro em agradecimento a sua salvação.

Agora que conheceu um pouco mais sobre as histórias da terrinha, deixo meu convite para visitar o Restaurante Vila Chã e apreciar a tradicional gastronomia portuguesa, em um ambiente familiar e aconchegante, com toda a hospitalidade lusitana.

 

 

 

 

Sardinha: história e sabor lusitano

Uma alternativa ao bacalhau, a sardinha é uma das iguarias mais apreciadas na gastronomia portuguesa

Ao percorrer cada canto de Portugal é possível encontrar uma casa gastronômica típica, com a qualidade milenar que a terrinha oferece. E é claro que, ao visitar o país, o paladar é logo aguçado pelas especialidades lusas, com o típico bacalhau, os pastéis de Belém e, certamente, os mais nobres vinhos e vinícolas.

No entanto, a rica tradição portuguesa não se restringe apenas a vinhos e bacalhau. A sardinha é um forte símbolo nacional não só na gastronomia, mas também na cultura do povo português.

O pequeno peixe – originário da região da Sardenha, Ilha no Mar Mediterrâneo -, espalhou-se pelos mares do mundo todo.

Em Portugal, a história da sardinha como alimento é marcada por costume e necessidade: o peixe alimentava inúmeras famílias rurais, que tinham o costume de assá-las inteiras na brasa e, às vezes, passá-la sobre o pão, para absorver o sabor e saciar a fome em épocas mais escassas de alimento.

Mas, até hoje, a saborosa iguaria faz parte das mais versáteis receitas. O típico acepipe carrega a identidade portuguesa e traz a essência singular da culinária do Velho Mundo.

No Restaurante Vila Chã, o preparo valoriza a receita da mesma maneira: são levadas inteiras ao forno com azeite e servidas com salada de agrião e rúcula, sem contar o toque especial do alho.

Venha conhecer o verdadeiro sabor português!
Aproveite para harmonizar o prato com nossos vinhos exclusivos de médio a leve corpo.