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A Lenda do Galo de Barcelos

Um dos itens principais na decoração do Restaurante Vila Chã e de muitos outros lugares de tradição lusitana, o Galo de Barcelos é um símbolo de Portugal que representa o país nos quatros cantos do mundo.

Mesa do Restaurante Vila Chã decorada com o Galo de Barcelos

A peça de artesanato, normalmente em barro, pintada nas cores tradicionais de Portugal vermelho e verde, com detalhes em preto e dourado tem origem em uma medieval, que se passa na cidade de Barcelos, localizada no norte de Portugal, perto de Braga.

A história conta que um peregrino galego (da região da Galícia, na Espanha) que estava percorrendo o Caminho de Santiago de Compostela para cumprir uma promessa foi acusado do crime.

Cidade de Barcelos

O peregrino jurava que não havia sido ele quem havia cometido o crime, porém ninguém acreditava em sua palavra. Momentos antes de ser levado para a forca, o acusado pediu que o levassem até a casa do juiz que o condenara pelo crime.

O juiz estava jantando com amigos e na mesa havia um galo assado. Em frente ao juiz, o peregrino defendeu sua inocência e dizendo que aquele galo cantaria quando fosse enforcado.  

Mesmo com risadas e ninguém acreditando em sua inocência, o inesperado aconteceu e, quando o homem estava para ser enforcado, o galo cantou.

O juiz então correu para forca e viu o homem já com o laço no pescoço, contudo ele ainda estava vivo. O nó do laço não permitia seu estrangulamento. Foi assim que a lenda medieval do Galo de Barcelos ficou conhecida, com o galo cantando para salvar um inocente.

Além da tradicional história, o galo também é tradicionalmente associado a coisas positivas e a virtudes, inclusive sendo possível encontrá-lo em muitas fachadas de igrejas seculares em Portugal.

Fado: O Ritmo da Cultura Portuguesa

O estilo musical tradicional de Portugal conta apenas com uma guitarra portuguesa e a voz dramática de quem o interpreta. No ano de 2011, o Fado foi classificado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. De origem histórica incerta, o ritmo é o resultado de uma fusão histórica e cultural que ocorreu em Lisboa. O Fado, que surgiu na segunda metade do século XIX, embalado nas correntes do romantismo: melopeia exprimindo a tristeza de um povo, a sua amargura pelas dificuldades que vive, mas capaz de induzir esperança. Contaminando mais tarde os salões aristocratas, tornar-se-ia rapidamente expressão musical tipicamente portuguesa. Tendo como os temas mais cantados a saudade, a nostalgia, o ciúme, as pequenas histórias do quotidiano dos bairros típicos e as lides de touros, o Fado já foi condenável aos olhos da Igreja, por conta de se suas raízes boémias e ordinárias que provinha das tabernas e bordéis, dos ambientes de orgia e violência dos bairros mais pobres da capital, Lisboa. O fado moderno que, iniciou-se e teve o seu apogeu com Amália Rodrigues, quem popularizou fados com letras de grandes poetas, como Luís de Camões, José Régio, Pedro Homem de Mello e outros. Nascido em Lisboa, o Fado é hoje conhecido mundialmente pode ser (e é muitas vezes) acompanhado por violino, violoncelo e até por orquestra, mas não dispensa a sonoridade da guitarra portuguesa. Descubra a playlist “Fados do Vila Chã” no Spotify e conheça alguns clássicos desse histórico ritmo.

VIAJANDO PELOS VINHOS DE PORTUGAL: QUINTA DOS MURÇAS

A Quinta dos Murças, situada no centro da DOC Douro, existe desde o século XVII. O nome surgiu em referência ao fidalgo da casa real Miguel Carlos Cardoso de Sousa de Morais Colmeeiro Teles e Távora, capitão-mor da vila de Murça e proprietário das terras desde 1756.

Caracterizada pela presença de 8 terroirs muito marcados pelas montanhas, pelas diferentes altitudes e exposições solares, pelos solos xistosos e pelo clima característico do vale do rio Douro, os produtos só ganharam espaço no mercado em 1950, após uma reabilitação realizada por Manuel Pinto de Azevedo.

Administrada desde 2008 pelo grupo Esporão, a Quinta das Murças, possui perto de 300.000 videiras. Plantadas ao alto e em patamares, ocupando zonas com 300m de altitude e zonas mais próximas da ampla frente de rio, os vinhedos se beneficiam de diferentes exposições solares. Além da vinha, existem cerca de 6.000 pés de oliveiras, um pomar com 800 laranjeiras, tangerineiras, limoeiros e outras árvores de fruto, além de cerca de 88 hectares de área florestal classificada mata mediterrânica que ajudam a manter o equilíbrio do ecossistema.

Oliveiras de Portugal: cultura, tradição e sabor

Mais do que os conhecidos rótulos de azeite, as azeitonas levam sabor à culinária e mantém viva uma tradição milenar

Em Portugal, é comum encontrar paisagens compostas por uma tradicional árvore: as oliveiras. Arborizando ruas e até mesmo adornando jardins, essas árvores fazem parte do cotidiano dos portugueses. Nas ruas, as azeitonas caem pelo chão e dão charme ao local, evidenciando ainda mais as particularidades da terrinha.

Parte da cultura portuguesa, as azeitonas são responsáveis pela produção de azeites únicos, com rótulos de qualidade reconhecida no mundo todo.

Assim como as uvas, existem regiões em que produção de azeitonas é mais presente, graças às características geográficas de cada localização do país. O visitante que viaja pelo Douro certamente encontrará lindas oliveiras, mas será no Alentejo e, principalmente, em Algarve que as imponentes árvores tomam conta do cenário.

No Algarve existem as mais antigas oliveiras do país e, provavelmente, do mundo. Historicamente, a presença dos povos árabes nessa região durante alguns séculos levaram práticas essenciais de cultura e produção de azeitonas, aplicando conhecimento sobre plantio do fruto e extração do azeite, firmando raízes no local.

Em uma viagem a Portugal, além das famosas vinícolas, é possível encontrar lugares que oferecem passeios chamados de Rota das Azeitonas. Uma caminhada que permite apreciar grandes plantações de oliveiras centenárias e até milenares.

O consumo de azeitona é bastante intenso em Portugal, por isso esse saboroso item é servido à mesa sempre bem fresco, alguns restaurantes até preservam as azeitonas com o pequeno caule que a prendia à oliveira. Ainda assim, consumir azeitona fresca não significa comê-la diretamente do pé, já que o fruto possui um amargor acentuado. O frescor responsável por garantir o sabor especial aos pratos com azeitona, exigem o preparo correto para o consumo, resultando em qualidade e tanta popularidade desse alimento.

Existem diversas castas de azeitonas em Portugal que, de acordo com suas especificidades, darão origem a azeites e azeitonas de mesa verde ou maduras, originando produtos de qualidade que carregam a tradição da culinária e da cultura dos portugueses.

Para apreciar um pouco desse sabor tradicional da terrinha, o Restaurante Vila Chã preparou um menu com deliciosas saladas com azeitonas e iguarias típicas regadas a um excelente azeite. Nossa casa portuguesa espera por você!

Bolo-Rei: tradição portuguesa

A receita está presente nas mesas da terrinha entre o Natal e Dia de Reis e carrega consigo uma história de crença religiosa

Portugal é um país muito religioso, é possível perceber isso pelos monumentos famosos que são, em sua maioria, as igrejas. Assim como a religião é levada a sério por lá, os costumes e tradições aprendidos também atravessam gerações e são praticados pelos portugueses até hoje, como é o caso do Bolo-Rei, que como o próprio nome diz, faz referência aos três reis magos.

A história conta que o bolo representa os presentes levados por Gaspar, Belchior e Baltazar para o Menino Jesus, em celebração ao seu nascimento. Cada elemento refere-se a um dos presentes, a casca firme do bolo representa o ouro, as frutas cristalizadas são como a mirra e, por fim, seu aroma remete-se ao incenso.

Feito em uma forma arredondada e com furo no meio, a massa é branca e macia, misturada às frutas cristalizadas e secas, finalizado o bolo lembra uma coroa com pedras preciosas.

A lenda conta ainda que, assim que souberam do nascimento de Jesus, os reis disputaram para ver quem iria presentear o Menino primeiro. Pretendendo acabar com a discussão, um padeiro escondeu uma fava no interior do bolo, sendo o primeiro a entregar o presente aquele que a encontrasse. Porém, não não se sabe o relato certo de qual dos três reis magos foi o contemplado.

A tradição da fava foi mantida por algum tempo, depois modificada por um pequeno objeto metálico que era inserido na massa. Mas, por questão de segurança, esse costume deixou de ser praticado. Somente o festivo Bolo-Rei, que celebra o nascimento de Jesus, é ainda feito por inúmeras famílias de Portugal.

Essa é mais uma curiosidade da terrinha que eu trago para vocês, espero que tenham gostado, em uma próxima eu volto para ensinar como preparar essa receita à moda portuguesa. Enquanto isso, espero a visita de vocês aqui no Restaurante Vila Chã!

VIAJANDO PELOS VINHOS DE PORTUGAL: QUINTA DO CRASTO

Situada à margem do Rio Douro, a Quinta do Crasto é uma propriedade com quase 130 hectares, dos quais 70 são ocupados com vinhas. O empreendimento pertence à família Jorge e Leonor Roquette desde 1981 e produz vinhos do Douro brancos, tintos e vinhos do Porto (LBV e Vintage), além de um delicioso azeite extra virgem. A palavra Crasto deriva do latim castrum, que significa forte romano. A concretização de todos os investimentos, associada à paixão os vinhos, levou ao reconhecimento internacional.

Também no panorama turístico nacional, a Quinta do Crasto tem-se distinguido e afirmado pelo seu carácter diferenciador: não só pela qualidade excepcional dos seus vinhos, muito apreciada nas provas pelos seus visitantes, mas também pelo atendimento personalizado por excelência e pelo seu enquadramento paisagístico único na margem direita do rio Douro, o que faz da sua propriedade um dos locais incontornáveis para o Enoturismo em Portugal.

A Quinta do Crasto recebe anualmente mais de 4.000 visitantes, a grande maioria oriunda do Brasil e de países Europeus.

Ela oferece um vasto conjunto de programas “desenhados” à medida de cada cliente, que incluem visitas com provas de vinhos e almoços ou jantares que podem ser complementados com passeios de barco no rio Douro.

Os importantes investimentos realizados pela Quinta do Crasto, ao longo dos últimos anos, modernizaram as vinhas e as instalações de vinificação, o que tem permitido consolidar a produção de vinhos de elevada qualidade, ano após ano.

 

 

No Restaurante Vila Chã você encontra vários rótulos desse belo e rico lugar, entre eles o Quinta Do Crasto Douro Branco e Quinta Do Crasto Douro,  Quinta Do Crasto Reserva Vinhas Velhas e o especial Flor De Crasto Vila Chã 17 Anos, que harmonizam perfeitamente com pratos típicos da terrinha.

Venha descobrir essa iguaria portuguesa!

A relação de amor entre Portugal e o café

Assim como os brasileiros, os portugueses também sabem apreciar a tradicional bebida.

As características do café são peculiares e reúnem muitos admiradores, desde o cheiro inconfundível a longas distâncias, à temperatura que aquece principalmente os dias frios. Muitos brasileiros não abrem mão da bebida logo ao acordar para iniciar a rotina e sabem de uma coisa? Os portugueses também são grandes apreciadores do café, mas possuem algumas diferenças no consumo.

Aqui no Brasil estamos acostumados a preparar o café em casa, já as cafeterias portuguesas vivem lotadas, porque os lusos têm o hábito de passarem em um café após as refeições.

Logo de manhã ou ao longo do dia, o fato é que compartilhamos mais essa paixão em comum, mas se for visitar a terrinha é preciso saber como pedir seu café para não se surpreender com o que lhe for servido.

As denominações da bebida são um pouco diferentes por lá, então vou deixar algumas dicas para você acertar na sua próxima viagem e não deixar o cafezinho de lado.

Se você é aquele apaixonado por um expresso, precisa saber que em Portugal ele é conhecido como bica, o nome engraçado carrega uma história engraçada também. “A Brasileira” é uma cafeteria famosa na terrinha, logo no começo servia essa pequena porção da bebida e as pessoas a achavam muito amarga. Por isso, colocaram uma placa na entrada com o texto: “beba isto com açúcar” e o nome se tornou popular.

As outras formas com que pedimos café também variam um pouco em Portugal, como o galão, que nada mais é do que o nosso tradicional café com leite. Esse é consumido pelos portugueses geralmente antes do almoço e acompanhado por uma torrada com manteiga ou o famoso pastel de Belém.

Outra denominação para o nosso café com leite é a meia-de-leite, que tecnicamente é a mesma coisa que o galão, mas servido em uma chávena, como os portugueses chamam a xícara.

Por aqui temos o costume de tomar um pingado, em Portugal ele também existe em algumas cidades, mais comum no norte do País, já no sul é conhecido como garoto, que nada mais é do que a bica com um pouco de leite.

Bom, essas são algumas denominações que se diferem um pouco do nosso costume e podem te ajudar em sua viagem à terrinha. Ou se quiser aproveitar o costume luso aqui mesmo, no Brasil, venha ao Restaurante Vila Chã e deguste uma deliciosa gastronomia portuguesa e termine com um agradável café. Te espero!

Festival Verão na Montanha

O Restaurante Vila Chã irá contemplar a estação mais calorosa do ano com o Festival Verão na Montanha

Distante de toda a grande movimentação do litoral, das altas temperaturas, filas e trânsito, Campos do Jordão, na encantadora Serra da Mantiqueira, é uma ótima opção para quem busca a tranquilidade no verão.

Com um clima fresco, muita sombra e contato direto com a bela natureza, a cidade tem a gastronomia como um de seus principais atrativos e o Restaurante Vila Chã é referência quando o assunto é viver uma experiência gastronômica completa.

Nesta temporada, nossa tradicional casa portuguesa preparou pratos com o sabor único da estação, com um toque especial da cozinha lusitana: é o Festival Verão na Montanha.

 

Pratos com polvos e outros pescados são alguns destaques do menu exclusivo do Festival. Entre eles, está o típico Polvo à Lagareiro, que é cozido em baixa temperatura e servido apenas seus tentáculos, levemente tostados.

Além do característico sabor da culinária da terrinha, as receitas especiais poderão ser saboreadas e harmonizadas com vinhos de importação exclusiva, principalmente com os brancos e rosés, tipos que se adequam perfeitamente ao verão.

Aproveite a estação mais iluminada do ano para viver uma verdadeira experiência portuguesa no Vila Chã, espero por vocês!

Arroz de Pato: uma especialidade da terrinha

O Arroz de Pato é mais uma receita que marca a história de Portugal e combina ingredientes típicos a tradições milenares

Minhas raízes com Portugal são atreladas não somente aos laços familiares, mas também por cada receita que me transporta a diferentes lugares da terrinha.

Ao fazer cada prato, coloco algo de mim e encontro um pouco da história que torna cada sabor único.

Uma das receitas que gosto bastante e, por isso levei para o menu do Vila Chã, é o Arroz de Pato. Essa receita tem origem no seminário de Braga, o mais antigo de Portugal. A cidade, que foi fundada por romanos em meados de 16 a. C., fica ao Norte de Portugal e é reconhecida por sua incrível gastronomia.

Ao que se conta, a receita inicialmente era feita com pato selvagem e teria surgido como uma solução para o proveito dos restos dos alimentos do dia anterior. No país vizinho, Espanha, uma lenda relata que as mulheres faziam a receita para conquistar um marido, misturando ao arroz o coração do pato, que fazia o pretendente se apaixonar ao comer o alimento.

A carne de pato possui textura delicada, porém um sabor marcante. Com essas características, ganhou espaço e, além de sofisticada, é uma iguaria muito apreciada na gastronomia lusitana. Considerada uma carne branca, é digestiva e possibilita excelentes harmonizações com vinhos de corpo médio.

O Arroz de Pato é uma combinação que aguça os mais diversos paladares e, sem dúvida, complementa a identidade da nossa casa portuguesa. Além disso, o arroz é um acompanhamento tradicional dos pratos portugueses, saiba mais sobre esse ingrediente aqui.

No Vila Chã você encontra um saboroso Arroz de Pato à Alentejana, cozido em baixa temperatura, frito em azeite de oliva e alhos, com linguiça portuguesa caseira e cebolas.

Venha apreciar os típicos pratos portugueses e aproveite as festas de fim de ano compartilhando o melhor da gastronomia lusa, aqui no Restaurante Vila Chã.

Espero por vocês!

Viajando pelos vinhos de Portugal: Quinta do Ameal

Com mais de 300 anos de tradição, a Quinta do Ameal é uma das mais famosas produtoras de vinhos brancos do mundo

Criada em 1710, no Vale do Lima, norte de Portugal, a Quinta do Ameal é uma pequena e antiga propriedade que se destaca pela exclusiva produção ecológica de vinhos brancos, feitos a partir de uma única casta de uva portuguesa: o Loureiro.

Além da beleza local, a excelência dos vinhos é resultado de uma filosofia de produção orgânica de uvas. Por isso, a Quinta é conhecida por seus rótulos de terroir de grande personalidade e carácter.

Junto à produção artesanal, a vinícola carrega um importante histórico familiar. Quando começaram a produzir, a casta Loureiro estava esquecida na produção de vinhos de nicho. Então, a família optou pela uva para tornar realidade o sonho de fazer vinhos brancos.

Para garantir a qualidade dos vinhos da Quinta do Ameal, cada fase de produção é cuidadosamente respeitada. Nas vinhas, o rigor está presente desde a poda dos cachos até a seleção restrita de uvas, tudo para que o resultado final sejam vinhos atrativos e complexos.

A produção orgânica das uvas assegura, além da qualidade única de seus vinhos, a responsabilidade da promoção da biodiversidade, do respeito com o solo e o local de onde brota a bebida.

Através dessa atitude ecológica, o equilíbrio entre produção e natureza permite o crescimento controlado de ervas específicas que ajudam as vinhas, com solos minerais ricos.

Com seus 30 hectares, a Quinta do Ameal permite um passeio incrível ao visitante. São 12 hectares de vinhas plantadas, com espaços de floresta com pinheiros e carvalhos com mais de 200 anos, além de jardins e rios que completam esse cenário deslumbrante.

Assim, os produtos do Ameal são exportados para mais de 15 países e hoje encontra-se nas cartas dos melhores e mais exigentes restaurantes do mundo.

No Restaurante Vila Chã você encontra o Quinta do Ameal Loureiro Clássico, feito com 90% Loureiro e 10% Arinto, que oferece frescor e intensidade, mostrando frutas cítricas em produção, boa textura e final profundo e untuoso com toques salinos, florais e de mel.

Venha harmonizar com um tradicional prato português!